Um diagnóstico operacional que mede fricção em três eixos — narrativo, regulatório e cultural — antes de qualquer plano de entrada. Sem ERA, sua marca não entra no sistema.
Marcas brasileiras tentam entrar na Itália sem diagnóstico. Levam o mesmo deck que funciona em São Paulo, contratam um agente italiano aleatório, participam de uma feira, voltam sem buyer, culpam o mercado.
O problema não é o mercado. É a ausência de leitura da fricção. Posicionamento que soa brasileiro demais, termos regulatórios traduzidos errado, gesto cultural que fecha porta em vez de abrir.
A ERA mede isso. Em 21 dias, entrega um score objetivo em três eixos, aponta onde sua marca sangra e onde ela é forte, e decide — com evidência — se faz sentido seguir.
Três eixos independentes. Cada um pontuado de 0.00 (sem fricção) a 1.00 (barreira total). A matriz devolve um score composto e um eixo dominante — o ponto onde o esforço de ajuste deve começar.
Início na segunda, entrega em três semanas. Sem espaço para improviso. Sem expansão de escopo. Um relatório, um score, uma recomendação binária.
A ERA não entrega slides bonitos. Entrega evidência densa, score numérico e uma recomendação binária. O tipo de documento que se imprime, se anota à caneta e se coloca em cima da mesa na próxima reunião de sócios.
É o único entregável. Nada de workshops, nada de follow-up pago, nada de retórica consultiva. ERA é um instrumento — e instrumentos se leem uma vez, com atenção.
Entrada única no sistema. 21 dias, um relatório, uma decisão. Sem venda consultiva, sem follow-up prolongado, sem material comercial adicional.
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