Tradução do diagnóstico em território narrativo defensível. Posicionamento, arquitetura de mensagem, vocabulário e voz construídos para o buyer italiano — a partir do score ERA, nunca de palpite.
A EPS não começa em branco. Começa no eixo dominante apontado pela ERA. Cada movimento ataca uma camada da fricção identificada, construindo um território narrativo que a marca possa ocupar e defender.
Ritmo semanal fixo, call toda quarta às 10h (horário de Roma), entregável parcial ao final de cada semana. Nenhuma entrega acumula no final.
Releitura do relatório ERA com a marca. Alinhamento de eixo dominante. Definição do campo semântico candidato. Brief de direção.
Identificação e validação do campo conceitual. Checagem com painel cultural em Roma. 3 territórios candidatos, 1 eleito.
Construção do claim principal em PT e IT. Três provas operacionais mapeadas. Teste de resistência contra 5 objeções comuns do buyer.
Reescrita do deck comercial e do material de abertura. Ajuste de tom, cadência, gesto. Aprovação por leitura cruzada com 2 consultores italianos.
Checagem final de claims, certificações, termos técnicos. Ajustes de rotulagem, nomenclatura e linguagem contratual. Assinatura do regulatorista UE.
Consolidação de todos os movimentos em um documento operacional. Call de leitura, entrega do playbook, proposta EME emitida em 72h.
Não é tradução. É reescrita. Cada linha do deck comercial passa por três camadas: conteúdo, gesto, ritmo. Abaixo, frases reais de um case BLIND (moda autoral, Milão, Q2/24) — antes e depois da EPS.
Documento denso, bilíngue, 60–80 páginas. Estrutura de decisão, não descrição estética. Cada página existe para resolver uma objeção específica do buyer italiano ou preencher uma lacuna regulatória concreta.
O playbook é a especificação técnica da estratégia. É o que o executivo EME usa, folha por folha, para operar em campo.
Sem ERA, não há diagnóstico. Sem diagnóstico, a EPS vira retórica. O sistema é sequencial por desenho, não por burocracia.
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