História de terroir forte (pampa gaúcho, couro local), mas tradução cultural para o contexto italiano exigiu reformulação — sem claims genéricos de "sustentável".
Certificação REACH já parcial, Made Green IT viável. Documentação de origem rastreável. Poucos ajustes até conformidade plena.
Estética já contemporânea e defensável; risco principal era categoria — calçado artesanal brasileiro enfrenta presunção de "etno-folk" no varejo europeu.
O posicionamento BR da PAMPA era um híbrido de "calçado sustentável" + "conforto" + "autoral". Três claims, zero território. Em EPS, o ângulo italiano foi colapsado em uma única afirmação: calçado como objeto de design de terroir.
Isso mudou o buyer (de loja de sapato para concept store e galerie), mudou o canal (de sales rep para curatorial), mudou o preço (+38%), e mudou o ciclo editorial (entrou em Domus e Icon — mídias de design, não de moda).
Reposicionamento assinado pelo fundador. Copy italiano definitivo, photo guidelines, press kit IT.
Concept stores (Milano, Roma, Firenze), design galleries (Torino, Bologna), e 2 multimarcas curatoriais com foco em objeto.
Contatos diretos com editores-sênior em Domus, Icon, Elle Decor IT, Living, Dwell. Embargo alinhado para Milano Design Week.
Evento privado em Zona Tortona, sem booth. Apresentação seriada a 23 buyers em 4 dias. 8 pedidos de sample firme, 4 ordens assinadas no local.
94 dias após fechamento EPS. Carga teste em 4 PdV. Margem operacional validada em +38% vs preço Brasil.
"A BRABA chegou com a pergunta certa: vocês querem entrar em Milano como calçado ou como objeto? A partir daí, tudo mudou. Foi o reposicionamento mais rápido e mais doloroso que a gente já fez — e o único que fez sentido."— FUNDADOR · PAMPA · PORTO ALEGRE
Porta única. 14 dias. Recomendação binária. Toda operação começa aqui.
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